Seção de Humor.

Princesa News - Seção de Humor
Conto de fadas machista:
Era uma vez, um rapaz que pediu a mão de uma linda garota em casamento... Mas ela recusou.
Moral da historia:
O rapaz viveu feliz para sempre, podia pescar, jogar bola com os amigos. Conheceu dezenas de garotas sem compromisso, visitou muitos lugares que não poderia ir quando em algum relacionamento, estava sempre sorrindo.
A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram e acabou ficando sozinha.
Gostinho amargo.
Um jovem chega o boteco e pede:
- Amigo, manda dez doses de uísque, por favor.
- Puxa vida! Pelo jeito, estamos comemorando alguma coisa heim?
- É hoje fiz sexo oral pela primeira vez!
- Que beleza! Então pode tomar mais uma doze, por conta da casa!
- Não obrigado. Se esse gosto não sair da minha boca com dez doses, também não vai sair com onze!
Há diversas formas de se terminar um relacionamento, algumas pitorescas sejam por telefone, cartas, bilhetes ou simplesmente com a velha história de “dar um tempo”, aquele que nunca chega ao fim.
Pensando nisso, e até mesmo pela diversidade lingüística que compõe as profissões, imaginei como seria um advogado terminando seu relacionamento através de uma carta. Após algumas tentativas quase fracassadas em relação à ordem cronológica e de alguns esboços, cheguei ao seguinte resultado:
Carta de um advogado a companheira.
Pezada Márcia;
Face aos acontecimentos de nosso relacionamento, venho por meio desta, na qualidade de homem que sou apesar de vossa Senhoria não me deixar, uma vez que não me foi permitido devassar vossa lascívia, retratar-me formalmente, de todos os termos, até então, empregados à sua pessoa, o que faço com supedâneo no que se segue.
A) DA INICIAL MÁ-FÉ DE VOSSA SENHORIA:
1.1. CONSIDERANDO QUE nos conhecemos na noite e que nem precisei perguntar seu nome direito, para logo chegar te beijando;
1.2. CONSIDERANDO seu olhar de tarada enquanto dançava na pista esperando eu me aproximar;
1.3. CONSIDERANDO QUE com os beijos nervosos que trocamos naquela noite, V.Sa. me induziu ao crer que logo estaríamos explorando nossos corpos, em incessante e incansável atividade sexual. Passei então, a me encontrar com Vossa Senhoria.
B) DOS PREJUIZOS EXPERIMENTADOS:
2.1. CONSIDERANDO QUE fomos ao cinema e minha pessoa arcou com toda e qualquer despesas relacionadas à questão monetária, sem falar no jantar que se sucedeu após o termino da seção;
2.2. CONSIDERANDO QUE já levei Vossa Senhoria em boates das mais badaladas e caras, sendo certo que fui eu que também custeou tal divertimento, e que Vossa Senhoria não quis colocar biquíni alegando que ventava muito;
C) DAS RASÕES DE SER DO PRESENTE:
3.1. CONSIDERANDO QUE até a presente data, após o longínquo prazo de duas semanas, Vossa Senhoria não me deixou tocar, sequer na sua panturrilha;
3.2. CONSIDERANDO QUE Vossa Senhoria ainda não me deixa encostar a mão na sua cintura com a alegaçãozinha barata de que sente cócegas;.
D) DECIDIDO SOBRE NOSSO RELACIONAMENTO O SEGUINTE:
4.1. Vá até a mulher de vida vairada que também é sua progenitora, pois eu não sou mais um ser humano do sexo masculino que usa calças curtas e a atividade sexual não é, para mim, um lazer, mas sim uma necessidade premente.
4.2. Não me venha com “colóquios flácidos para acalentar bovino” de que pensava que eu era diferente.
4.3. Saiba que vou processar Vossa Senhoria por me iludir, aparentando ser a mulher dos meus sonhos, e, na verdade, só me fez perder tempo, dinheiro e jogar elogios fora, além de me abalar emocionalmente.
Sinceramente, sem mais para o momento, fique com o seu cordial “vá tomar no meio do olho do orifício rugoso, localizado na região inferior-lombar de sua anatomia”, baseado na tese que este relacionamento já inflou minha bolsa escrotal!
Dou assim por encerrado o nosso relacionamento, nada mais subsistindo entre nós, salvo o dever de indenização pelos prejuízos causados.
Atenciosamente;
Dr. Lúcio Fernando - OAC - 999999